O PGP-PR apoia essa causa!

Com a chegada do inverno, os estoques de sangue nos hemocentros de todo o país enfrentam uma queda significativa, justamente quando a demanda por doações costuma aumentar. Diante desse cenário, surgiu o Junho Vermelho, uma campanha nacional criada para incentivar a doação voluntária de sangue e conscientizar a população sobre a importância desse gesto simples, mas que pode salvar muitas vidas.

Como surgiu o Junho Vermelho?

O Junho Vermelho foi idealizado pelo Movimento Eu Dou Sangue, criado em São Paulo, e ganhou força a partir de 2015, quando passou a ser adotado por diversos estados e municípios brasileiros. O mês de junho foi escolhido por abrigar o Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado em 14 de junho, data instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em homenagem ao nascimento de Karl Landsteiner, descobridor dos tipos sanguíneos.

Desde então, o movimento ganhou repercussão nacional e consolidou-se como uma importante ação de saúde pública e engajamento comunitário.

Por que doar sangue?

A doação de sangue é um ato voluntário, anônimo e seguro. Uma única doação pode salvar até quatro vidas, já que o sangue doado é separado em componentes como plaquetas, hemácias, plasma e crioprecipitado, que atendem diferentes necessidades clínicas. O sangue é essencial em casos de:

  • Cirurgias de emergência
  • Transplantes
  • Tratamentos contra o câncer
  • Anemias graves
  • Acidentes com grandes perdas sanguíneas

Durante o inverno, os estoques costumam diminuir porque o frio e as doenças respiratórias afastam muitos doadores. Por isso, o Junho Vermelho tem um papel estratégico ao reforçar a importância de manter os estoques abastecidos.

Quem pode doar?

Para doar sangue, é preciso:

  • Ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 com autorização dos responsáveis)
  • Pesar mais de 50 kg
  • Estar em boas condições de saúde
  • Estar alimentado (evitando alimentos gordurosos nas 4 horas antes da doação)
  • Apresentar documento oficial com foto

Homens podem doar a cada 2 meses (até 4 vezes por ano) e mulheres a cada 3 meses (até 3 vezes por ano).

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