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Mais Pinhão diminuiu em três vezes o tempo de produção da semente, além de proporcionar aos agricultores da região uma fonte de renda

O Paraná é um dos maiores produtores agrícolas do Brasil e, além disso, é o estado que mais produz e consome pinhão, com destaque para os municípios da região Centro-Sul do Estado. Em média, uma araucária demora entre 12 e 15 anos para produzir a semente, mas o projeto Mais Pinhão, da Prefeitura de Bituruna, no sudeste do Estado, reduziu em três vezes esse tempo.

Prefeito de Bituruna, Claudinei Castilho, recebe o troféu PGP-PR pelo projeto Mais Pinhão

Como a economia do município está fundamentada em atividades agropecuárias, era preciso encontrar formas de evitar o êxodo rural e fortalecer o comércio da região. Foi então que a iniciativa começou, em 2017, com uma parceria com a Embrapa Florestas e reuniu cerca de 30 agricultores da região, que participaram de cursos sobre o processo de enxertia (quando duas partes de plantas diferentes formam uma nova planta) e receberam um espaço para o plantio.

A nova técnica possibilitou que novos genótipos fossem desenvolvidos, o que reduziu o tempo de produção da semente. Para que uma araucária normal produza o pinhão leva entre 12 e 15 anos. Entretanto, com a enxertia, esse tempo foi reduzido para quatro anos. Essa técnica garante mais renda aos agricultores e possibilita a preservação ambiental. Cerca de quatro mil mudas foram entregues, ajudando no reflorestamento do município.

Entre os principais benefícios que o projeto Mais Pinhão apresenta estão a diminuição do êxodo rural, maior conforto e condições financeiras para que os produtores permaneçam no campo, contribuindo com a economia local. A prefeitura precisou investir no treinamento dos agricultores e em pomares para produção da semente. Os custos do projeto são pagos com recursos do próprio município. Os bons resultados garantiram a iniciativa o Troféu Prêmio Gestor Público Paraná (PGP-PR) 2019, uma das premiações mais importantes desse segmento no país.

Mais informações sobre esse projeto e sobre outras iniciativas premiadas no PGP-PR, você encontra no nosso Banco de Projetos.

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